Unitins lança site do Programa Memória Institucional, reunindo documentos que resgatam a trajetória da universidade

Página reúne documentos, imagens e registros e reforçam sua contribuição para o Tocantins

lara fogaça Memória Institucional 17/04/2026 16:38

Evento de lançamento do site aconteceu no auditório da sede administrativa da Universidade (Foto:Djavan Barbosa/Unitins)


Criada pelo decreto nº 252, de 21 de fevereiro de 1990 para contribuir com o desenvolvimento econômico, social e cultural do Tocantins, a Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) tem uma trajetória que se mistura à história do Estado. Ao longo de seus 36 anos, passou por transformações, superou obstáculos e esteve presente na vida de milhares de tocantinenses. Agora consolidada como uma das melhores instituições de educação superior da região Norte do País, a Unitins torna público uma série de documentos, registros de imagem, fatos e informações que contam essa história.

Lançado nessa sexta-feira, 17, o site do Programa Memória Institucional Unitins é mais um marco para a história dessa universidade. A plataforma é fruto de um trabalho coletivo realizado pelos membros do programa, vinculado à Pró-reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Comunitários (Proex), e objetiva ser um espaço usado para preservar o patrimônio histórico-cultural da instituição.

A cerimônia de lançamento foi realizada no auditório da sede administrativa da Unitins, em Palmas, reunindo os servidores locais e toda a equipe de gestão, que conferiram em primeira mão a apresentação pública do site.

Durante o evento, a coordenadora do Memória Institucional, Marinalva Barros, contou que o Programa existe há quatro anos e, desde então, vem agregando servidores de diversos setores da universidade. “Essa é uma construção permanente, o presente faz parte dessa memória e os que vierem depois de nós, vão encontrar esse acervo mais organizado. O Memória Institucional é um programa que engloba várias ações e estamos muito felizes em compartilhar o site com vocês hoje”, declarou Marinalva.

O site já está disponível para a população, com a apresentação fotos, vídeos, produções científicas marcantes e documentos que traçam a linha dos marcos legais importantes da história da universidade: desde o decreto de criação de 1990, até a lei que instituiu o Projeto de Interiorização Universitária - TO Graduado, em 2022.

Apesar de reunir quantidade significativa de material, muita coisa se perdeu ao longo do tempo, por isso, a Unitins segue empenhada em reunir mais avidências dessa história e conta com a contribuição de quem já passou pela instituição. Sobre este ponto, a pró-reitora da Proex, Gisele Padilha, comentou sobre o fato de o site ainda não estar com todas as informações que a equipe gostaria, mas ressaltou a importância em realizar essa ação de visibilidade para o que já foi resgatado. “Estamos trabalhando com esse foco de resgatar todos esses anos de Unitins, todas essas histórias, ações, projetos, as histórias das pessoas que ajudaram e que passaram por aqui. Contamos também com o apoio da nossa comunidade externa, que poderá contribuir com o envio de fotos, vídeos e documentos”.

Também presente na ocasião, a vice-reitora da Unitins, professora Darlane Teixeira Castro, pontuou o caráter coletivo da construção histórica da universidade e a importância de preservar essa trajetória. Em sua fala, agradeceu o empenho de cada um que somou esforços, lembrando que é membro do programa Memória Institucional e sente muito orgulho do que está sendo entregue. Darlene ressaltou que o projeto representa não apenas um resgate do passado, mas também um compromisso com o futuro da instituição. “A história da Unitins é escrita diariamente, com a digital de cada colaborador, dos que estão hoje, dos que passaram e daqueles que virão. Então é muito importante preservar a história da universidade, que é uma história de lutas, mas também é repleta de momentos representativos da força e da importância da Unitins para o nosso estado”, analisou.

Por fim, o reitor Augusto Resende destacou o lançamento do site como uma entrega concreta e enfatizou que preservar a memória da universidade é um dever que representa respeito à trajetória da instituição e às pessoas que contribuíram para sua construção ao longo de 36 anos. “Cuidar da memória institucional é um dever autêntico. O que a gente está fazendo aqui agora é um respeito a todas as pessoas e a todos os momentos que essa universidade passou”, afirmou.

O reitor também destacou que a preservação dessa trajetória ganha mais sentido diante do alcance da universidade ao longo dos anos, ressaltando que os mais de 90 mil diplomas já emitidos representam histórias de profissionais formados que ocupam e ocuparam postos importantes na estruturação do Estado. Sobre o reconhecimento demonstrado através da procura atual, o reitor apontou. “Quando abrimos nossos vestibulares, são mais de 12 mil candidatos disputando as vagas. Isso é um reconhecimento da sociedade”, afirmou, ao indicar que o site surge como uma ferramenta para registrar esse legado e acompanhar o crescimento contínuo da instituição.

Equipe de membros do Programa Memória Institucional


 

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